Quando a galera falava que o Google ia dominar o mundo acho que todo mundo pensava que tinha um fundinho de mentira mesmo. Agora eu creio com 100% da minha fé que eles vão dominar é tudo mesmo. Os caras tem o melhor sistema de cifras e tablaturas que eu já encontrei na net, além dos clássicos earth, pictures e mail. Agora veio esse tal de google videos, que tem umas coisas muito muito do caralho!! Otroço e altamente viciante, dá prá achar umas pérolas muito doidas! O que me mostraram (thanx Felipe) de mais doido recentemente foi isso aí ó... Depois tem gente que diz que gosta dos anos 80.
4/24/2006
Tá tudo dominado
Quando a galera falava que o Google ia dominar o mundo acho que todo mundo pensava que tinha um fundinho de mentira mesmo. Agora eu creio com 100% da minha fé que eles vão dominar é tudo mesmo. Os caras tem o melhor sistema de cifras e tablaturas que eu já encontrei na net, além dos clássicos earth, pictures e mail. Agora veio esse tal de google videos, que tem umas coisas muito muito do caralho!! Otroço e altamente viciante, dá prá achar umas pérolas muito doidas! O que me mostraram (thanx Felipe) de mais doido recentemente foi isso aí ó... Depois tem gente que diz que gosta dos anos 80.
3/27/2006
Como foi
Bom, como o Quelé (que é o camarada que está na maioria das fotos aí comigo) falou, uma viagem dessas não tem como ser ruim, salvo grandes merdas acontecendo. Até que rolou uma merda intermediária, mas não passou nem perto de estragar a dita. Mas vamos do começo:
Estatísticas básicas da viagem:
Dias viajados: 16, sendo 5 prá ir, 5 de carnaval mesmo e 5 prá voltar.
Quilômetros percorridos: 5860, sendo que eu dirigi uns 5500 e a Ciça (a única mulher corajosa o suficiente prá viajar com os dois doidões) dirigiu uns 300 no dia que eu passei mal de verdade (vide adiante o tópico "pior zica")
Dia mais longo na estrada: 900 Km, de Trancoso até BH, percorridos em 15 horas. Parando de 100 em 100 Km prá conhecer as moitinhas legais do caminho. Depois de umas 3 vc fica especialista em achar a melhor moita do mundo (entenda-se: a moita mais mocada prá se fazer aquilo que ninguém pode ver). Era só sentir a pontada mais forte na barriga e já ia ligando o pisca-alerta e avisando pro pessoal marcar mais um pouco porque ia demorar...
Pior zica: intoxicação alimentar do Chico, adquirida após uma moquequa de siri, que fez o mesmo perder 5 quilos em pouco menos de uma semana e deixar a sua melhor parte na Bahia, após conhecer o maravilhoso sistema de saúde do nordeste. E olha que foi via Unimed. Já recuperei 3 quilos, mas o resto acho que foi embora de vez.
Praia mais bonita: Itacaré certamente. Muito muito doida! Vejam nas fotos abaixo.
Dia mais perto de bater o carro: Voltando de Itacaré prá Ilhéus de noitinha em dois bois. Tava a uns 120, rolou de reduzir prá 80 e jogar o carro na contra-mão. A perna realmente fica tremendo um tempão depois do susto, demorei uns 5 minutos (e um cigarro) prá poder voltar a dirigir.
Saldo mais positivo da viagem: parei de fumar desde a volta. Já tem umas 3 semanas que eu nem sei o que é um careta. Faz uma falta fodida, mas tá rolando de levar até mais tranquilo do que eu pensava.
A viagem propriamente dita (não, não vou descrever todos os dias. Na verdade eu nem lembro):
Começamos em BH, saindo de manhãzinha. Chegamos em Alcobaça logo no primeiro dia, depois de uns 700 km de chão. Mas chegar na Bahia já fez toda a diferença:

Eu em Minas

Divisa

Eu na Bahia
O pior é que eu nem sabia dessas fotos sendo batidas! Espontaneidade total! Saca a cara de alegria do moleque depois de passar a divisa...
Aí no início do segundo dia já rolou de ir em uma praia muito bonita, chamada de Tororão. Fica no sul da Bahia, perto de Prados.

Tororão. Observem bem a cara de felicidade do Chico, que se manteve assim durante toda a viagem, salvo os dias de piriri.
Depois a gente subiu até Itacaré, que é realmente show de bola. Praia limpinha, razoávelmente vazias (e olha que isso foi véspera de carnaval) e muito bonitas. Saca só:

Vista da praia do pé da serra, subindo para Itacaré.

Mesma visa de outro ponto da estrada.

Praia de Itacarezinho, tipo umas 9 da manhã.

Itacarezinho.

Vide acima.

Pôr-do-sol dos mais do caralho de todos os tempos! Logo depois de quase bater nos bois, indo de Itacaré prá Ilhéus.
Depois de Ittacaré, subimos até Salvador e fomos até a Praia do Forte. Um dos lugares mais doidos (e caros) que eu já vi na minha vida. Sabe o típico lugar de contos de fadas? Pois é. Se vc puder pagar, é lá mesmo. As casinhas todas arrumadinhas, lojas caríssimas e uma praia razoável.
Depois de mais umas paradas (Praia do francês, AL) rolou de chegar em Recife/Olinda. Lá o bicho pega de verdade no carnaval, meu amigo.
Em primeiro lugar, é *proibido* tocar funk, axé ou qualquer outra merda que não seja música regional durante o carnaval, tanto em Recife quanto em Olinda. Senão rola multa e prisão. E o troço funciona de verdade, não ouvi em quase nenhum momento outra coisa que não fosse frevo ou maracatu.
Em segundo lugar, foram armados *nove* palcos para shows simultâneos no carnaval de Recife. Cada um tocando uma coisa diferente - frevo, música eletrônica (sério! Se vc quisesse estar em uma mega-rave no carnaval, era só começar!), maracatu, etc. Todos os shows de graça, obviamente. Não sei vcs, mas isso me agrada musicalmente muito mais do que os malditos abadás de 1000 reais o dia.
Em terceiro lugar, Olinda. Cidade muito bacana, igualzinha a Ouro Preto. Na verdade minto, como me corrigiram lá. Ouro Preto é que é igualzinha a Olinda, a última tem pelo menos uns dois séculos a mais de vida que a primeira. Mas como eu ia comentando, Olinda é que tem carnaval de rua de verdade, toda hora tem um bloquinho subindo ou descendo uma ladeira, com a maioria das pessoas fantasiadas de verdade, debaixo do maior calor que eu já senti na minha vida. Lá rolou uns 40 graus fácil.
Então chega de carocha e vamos colocar mais umas fotos bacanas do carnaval:

Decoração das ruas de Recife. Os desenhos são do Ariano Suassuna. Já não basta o cara ter a manha de escrever ainda manda bem de artista plástico.

Eu perdido, suado e felizão nas ruas de Olinda.
Bom, depois de 5 dias muito bem aproveitados a gente teve que voltar, infelizmente. aproveitamos prá dar uma passada em Porto de Galinhas, que é de onde vem o resto das fotos aí embaixo.

Uma das dezenas de piscinas naturais do lugar. Se vc pegar uma máscara e der uma mergulhada não dá nem prá descrever o que vc vê. É *muito*, *muito* doido!

Suposta piscina natural com a forma do Brasil (sem a parte de cima. Tipo um Brasil com anencefalia). Saquem os peixinhos dentro da piscina...
Bom gente, foi mais ou menos isso aí. Se eu fosse falar todos os detalhes dava prá escrever muito sobre caa uma das 500 fotos da viagem, uma porção delas muito mais bonitas do que estas daí. Falando sério, foi uma das viagens mais doidas da minha vida! E não me inveje, venha comigo! Projeto Olinda 2007 já está sendo traçado, saindo do papel desde já...
Estatísticas básicas da viagem:
Dias viajados: 16, sendo 5 prá ir, 5 de carnaval mesmo e 5 prá voltar.
Quilômetros percorridos: 5860, sendo que eu dirigi uns 5500 e a Ciça (a única mulher corajosa o suficiente prá viajar com os dois doidões) dirigiu uns 300 no dia que eu passei mal de verdade (vide adiante o tópico "pior zica")
Dia mais longo na estrada: 900 Km, de Trancoso até BH, percorridos em 15 horas. Parando de 100 em 100 Km prá conhecer as moitinhas legais do caminho. Depois de umas 3 vc fica especialista em achar a melhor moita do mundo (entenda-se: a moita mais mocada prá se fazer aquilo que ninguém pode ver). Era só sentir a pontada mais forte na barriga e já ia ligando o pisca-alerta e avisando pro pessoal marcar mais um pouco porque ia demorar...
Pior zica: intoxicação alimentar do Chico, adquirida após uma moquequa de siri, que fez o mesmo perder 5 quilos em pouco menos de uma semana e deixar a sua melhor parte na Bahia, após conhecer o maravilhoso sistema de saúde do nordeste. E olha que foi via Unimed. Já recuperei 3 quilos, mas o resto acho que foi embora de vez.
Praia mais bonita: Itacaré certamente. Muito muito doida! Vejam nas fotos abaixo.
Dia mais perto de bater o carro: Voltando de Itacaré prá Ilhéus de noitinha em dois bois. Tava a uns 120, rolou de reduzir prá 80 e jogar o carro na contra-mão. A perna realmente fica tremendo um tempão depois do susto, demorei uns 5 minutos (e um cigarro) prá poder voltar a dirigir.
Saldo mais positivo da viagem: parei de fumar desde a volta. Já tem umas 3 semanas que eu nem sei o que é um careta. Faz uma falta fodida, mas tá rolando de levar até mais tranquilo do que eu pensava.
Começamos em BH, saindo de manhãzinha. Chegamos em Alcobaça logo no primeiro dia, depois de uns 700 km de chão. Mas chegar na Bahia já fez toda a diferença:
Eu em Minas
Divisa
Eu na Bahia
O pior é que eu nem sabia dessas fotos sendo batidas! Espontaneidade total! Saca a cara de alegria do moleque depois de passar a divisa...
Aí no início do segundo dia já rolou de ir em uma praia muito bonita, chamada de Tororão. Fica no sul da Bahia, perto de Prados.
Tororão. Observem bem a cara de felicidade do Chico, que se manteve assim durante toda a viagem, salvo os dias de piriri.
Depois a gente subiu até Itacaré, que é realmente show de bola. Praia limpinha, razoávelmente vazias (e olha que isso foi véspera de carnaval) e muito bonitas. Saca só:
Vista da praia do pé da serra, subindo para Itacaré.
Mesma visa de outro ponto da estrada.
Praia de Itacarezinho, tipo umas 9 da manhã.
Itacarezinho.
Vide acima.
Pôr-do-sol dos mais do caralho de todos os tempos! Logo depois de quase bater nos bois, indo de Itacaré prá Ilhéus.
Depois de Ittacaré, subimos até Salvador e fomos até a Praia do Forte. Um dos lugares mais doidos (e caros) que eu já vi na minha vida. Sabe o típico lugar de contos de fadas? Pois é. Se vc puder pagar, é lá mesmo. As casinhas todas arrumadinhas, lojas caríssimas e uma praia razoável.
Depois de mais umas paradas (Praia do francês, AL) rolou de chegar em Recife/Olinda. Lá o bicho pega de verdade no carnaval, meu amigo.
Em primeiro lugar, é *proibido* tocar funk, axé ou qualquer outra merda que não seja música regional durante o carnaval, tanto em Recife quanto em Olinda. Senão rola multa e prisão. E o troço funciona de verdade, não ouvi em quase nenhum momento outra coisa que não fosse frevo ou maracatu.
Em segundo lugar, foram armados *nove* palcos para shows simultâneos no carnaval de Recife. Cada um tocando uma coisa diferente - frevo, música eletrônica (sério! Se vc quisesse estar em uma mega-rave no carnaval, era só começar!), maracatu, etc. Todos os shows de graça, obviamente. Não sei vcs, mas isso me agrada musicalmente muito mais do que os malditos abadás de 1000 reais o dia.
Em terceiro lugar, Olinda. Cidade muito bacana, igualzinha a Ouro Preto. Na verdade minto, como me corrigiram lá. Ouro Preto é que é igualzinha a Olinda, a última tem pelo menos uns dois séculos a mais de vida que a primeira. Mas como eu ia comentando, Olinda é que tem carnaval de rua de verdade, toda hora tem um bloquinho subindo ou descendo uma ladeira, com a maioria das pessoas fantasiadas de verdade, debaixo do maior calor que eu já senti na minha vida. Lá rolou uns 40 graus fácil.
Então chega de carocha e vamos colocar mais umas fotos bacanas do carnaval:
Decoração das ruas de Recife. Os desenhos são do Ariano Suassuna. Já não basta o cara ter a manha de escrever ainda manda bem de artista plástico.
Eu perdido, suado e felizão nas ruas de Olinda.
Bom, depois de 5 dias muito bem aproveitados a gente teve que voltar, infelizmente. aproveitamos prá dar uma passada em Porto de Galinhas, que é de onde vem o resto das fotos aí embaixo.
Uma das dezenas de piscinas naturais do lugar. Se vc pegar uma máscara e der uma mergulhada não dá nem prá descrever o que vc vê. É *muito*, *muito* doido!
Suposta piscina natural com a forma do Brasil (sem a parte de cima. Tipo um Brasil com anencefalia). Saquem os peixinhos dentro da piscina...
Bom gente, foi mais ou menos isso aí. Se eu fosse falar todos os detalhes dava prá escrever muito sobre caa uma das 500 fotos da viagem, uma porção delas muito mais bonitas do que estas daí. Falando sério, foi uma das viagens mais doidas da minha vida! E não me inveje, venha comigo! Projeto Olinda 2007 já está sendo traçado, saindo do papel desde já...
2/17/2006
Carnaval
Pelas próximas duas semanas, incomunicável. Meu destino é esse aí embaixo ó:
Isso depois de ter subido de carro pelo sertão de Minas até Salvador, pegando as praias doidas daí prá frente: norte da Bahia, Sergipe, Alagoas e finalmente Pernambuco. Claro que vai ser doido.
2/09/2006
Coisas só acontecem com o Chico - primeira história
Estava chegando em casa. Minha mãe estava dormindo no andar de cima e minha irmã estudando no andar de baixo. Assim que eu entrei minha irmã me chama prá conversar com aquele ar de cumplicidade de que alguma coisa bem errada está acontecendo. Quando se conhece alguém há 25 anos se aprende a ver uma porção de coisas só pelo olhar, especialmente porque eu e minha irmã vivemos tirando o do outro da reta, especialmente quando o assunto é minha mãe. Temos uma espécie de cumplicidade quando o assunto envolve um esporro materno.
Mas como estava dizendo, minha irmã me chamou prá conversar.
Tetê (com um leve sorriso nos lábios): Chico, você tá louco?
Eu (sem entender nada): Como assim?
Ela (rindo sem disfarçar): Por que é que você fez um filme seu transando com uma garota de programa e salvou no computador? Mamãe viu e ficou puta!
- Eu (O.o) ...
Fiquei mudo mesmo. Não tinha a menor idéia do que ela estava falando.
- Ela (finalmente gargalhando do meu desespero): E o pior não é isso: ela disse que nem camisinha você usou!! Justo você que sempre fica aí dando uma de certinho...
Eu (conseguindo falar finalmente): Que merda é essa? Nunca transei com nenhuma garota de programa! Muito menos me filmei transando!! E, se eu tivesse feito isso, certamente não teria salvo no computador...
Ela (;^P): Bom, só sei que mamãe falou que viu o filme e me falou prá conversar com você. Ela pediu também prá você conersar com ela quando quisesse...
Fui para o meu quarto e fiquei pensando. Eu realmente não tinha idéia de que merda era essa. Resolvi esperar a poeira baixar um pouco antes de ir conversar com a minha mãe. Enquanto isso decidi checar o computador prá ver se eu descobria o que tinha acontecido.
Assim que eu liguei a parada já sabia o que tinha acontecido. Fui direto conferir o filme pornô da Vivi Fernandes que eu tinha baixado (sim, eu tenho filmes pornôs no computador. E duvido que a maioria dos nerds típicos não tenham o seu estoque mínimo de putaria de reserva. Como diz um conhecido meu, se minha mão soubesse fazer café eu casava com ela). O cara do filme realmente parecia comigo. Tinha inclusive uma barbichinha como a que eu costumo usar.
Não, não fui burro de não apagar os "documentos recentes". Já tinha descoberto o que tinha acontecido, mas não sabia como. E não, não descobri até hoje como ela achou a parada. Resolvi adiar ainda mais a conversa.
Umas 3 horas mais tarde eu estava escovando os dentes quando minha mãe veio prá dizer que estava saindo. Decidi escrachar tudo mesmo:
Eu (com o mesmo leve sorriso da minha irmã): Fiquei sabendo que você achou um filme meu no computador, mãe... Você viu que nem camisinha eu usava?
Ela (rindo também, mas meio sem-graça): Vi mesmo!
Eu (com a cara mais limpa do mundo): Bom, na verdade é um vídeo pornô que eu baixei.
Ela (com um "duvido!" implícito): Chico, você pode até não admitir, mas eu tenho certeza que era você!
Eu (começando a ficar preoupado, afinal eu conheço a mãe cabeça-dura que eu tenho): Não mãe... Era uma atriz e um ator pornô. Vamos lá prá eu te mostrar o filme.
Ela (com uma cara de espanto): De jeito nenhum! Já basta ter visto aquilo lá uma vez! Vê se cria juízo e para de guardar essas coisas suas no computador.
Antes que eu pudesse insistir ela saiu e não tocamos nesse assunto de novo. E então minha mãe acha que eu transei com uma gostosa. E infelizmente não foi dessa vez...
1/26/2006
Aniversário e novidades
Bom, a novidade é que a nave da Xuxa foi embora. Nave da Xuxa foi o apelido dado ao meu antigo carro, graças ao fato dele ser branquinho (encardido, é verdade), de sempre sair uma fumaçada danada dele (hehehe) e porque sempre saem de lá de dentro o Praga e o Dengue (Quelé e eu. Obviamente ele é o Praga.). Tamos esperando a Xuxa aí...
Mas, como eu ia dizendo, o carro foi pro saco. Depois de rodar comigo por quase meio mundo (literalmente! 22.000 km...), me levar prá vários e vários lugares muito doidos (Tiradentes, Bichinho, Cartola, Reciclo, Opção, Tambor Mineiro, Futebóis e churrascos diversos e por aí vai) ele foi vendido prá um... teólogo! Só um cara desses mesmo prá exorcisar o demônio que se instaurou naquele carro. Boa sorte prá eles.
E agora eu tenho um carro novo! É tipo esse aí ó:
Chamado carinhosamente de Olindamóvel (seu próximo destino já confirmado pro carnaval) esse carrinho promete muito também.
Ah, meu aniversário chegou. Finalmente mais próximo dos 30 que dos 20. Minha mãe me desejou mais juízo, e eu pensei se ela ainda não percebeu que a parte da criação já foi e que, cagado ou não, o Chico não vai melhorar muito mais do que isso não. Meus amigos me desejaram mulheres e gandaia, e eu pensei que se eu continuar assim os 40 ficam cada vez mais longe, mas e daí? Quero virar o Vinícius de Moraes mesmo...
1/10/2006
Santa ceia
Uma das fotos mais divertidas do Reveillon. Saquem só a cara do Judas

Obs.: Thanx Remo pelas modificações divertidas
Obs.: Thanx Remo pelas modificações divertidas
11/14/2005
Exercise your music muscle
Prá brincar. Na figura (clica aqui prá abrir) tem o nome de várias e várias bandas prá adivinhar. E aqui rola um vídeo prá fazer a mesma coisa, só que com nomes de músicas. Muito muito doido! As melhores sacadas prá mim estão no vídeo. Começa com "I shot the sheriff" (genial a letra "I" matando o cara) e termina com "Paint it black" (muito legal também).
10/27/2005
Vergonha
Nunca achei que eu escrevo bem. Ainda mais um soneto, que é antiquado, meio breguinha e muito, muito difícil de encotrar as rimas. Eu escrevi dois poemas em toda a minha vida. Os dois prá mesma pessoa. Achei que nem tinha uma cópia desse, que é o que eu mais gosto, mas limpando uma daquelas pastas de e-mails enviados encontrei. Taí.
Soneto de Nossas Vidas
Eu grito para todo aquele que me escuta
E fala, e sente, e pensa, e tenta
Sobreviver ao que se apresenta
Do que o amor, lentamente, executa
Existe algo que me acalenta
Quando sua ausência vem na forma mais bruta
Pela qual eu travo a mais justa luta
Que é o que mais me contenta
E como o acaso me presenteia
Com a nossa vida, e sua presença
Pela qual a minha sempre anseia
E se ela ditar outra sentença
Eu me sentirei como que tateia
Perdido na vida, estranhamente intensa
Chico Lobo
Obs.: Dedico esse post à Cris, que me incentivou a escrever e a não ter vergonha. Brigado.
10/14/2005
Como eu tenho "pensado" ultimamente
Eu tenho odiado chegar a conclusões definitivas sobre qualquer aspecto da vida. Odeio estar pensando sobre um assunto e concluir alguma coisa que eu julgue eterna e imutável sobre ele, porque isso indica, pelo menos da maneira como eu tenho pensado, que aquele campo específico da vida está estagnado dali para frente, enquanto se tiver aquela falsa certeza. Digo falsa porque ter essa certeza absoluta indica que tenho fé em alguma coisa. Pra mim chegar a uma conclusão absoluta equivale a encontrar a verdade absoluta sobre aquele assunto e, como sou uma pessoa que tende a aplicar o método científico em vários aspectos de minha vida, não posso concordar com a idéia de verdade absoluta.
E isso tudo que a gente acha não vale só para vida acadêmica não, com certeza (não absoluta dessa vez. Certeza momentânea e certamente passível de mudanças). Vale para sua vida inteira, ou pelo menos para a parte da sua vida na qual você decide usar a racionalidade pra tirar conclusões. Digo isso porque também estou meio de saco cheio de ser racional o tempo todo. Cansei de negar meus instintos, de pesar conseqüências para cada ação minúscula da minha vida visando maximizar a minha felicidade (ou o que quer que eu deseje maximizar). Quando a gente fica pensando demais para falar que gosta de alguém, para fazer uma coisa bacana, para ficar feliz, as vezes a gente acaba racionalizando o sentimento e perde o tesão inicial. Pelo menos comigo isso já aconteceu várias vezes e tenho tentado evitar que isso aconteça de novo. Estou sendo emotivo também agora e tenho gostado das conseqüências disso.
Mas, como bem disse a Rafaela, que é a pessoa para quem eu tinha mandado uma versão desse textinho antes, e para quem eu dedico esse post, até pra decidir ser emotivo eu racionalizei. ;-P
9/05/2005
Bairrismo e overdose de samba
Bom, eu sou bairrista demais. Adoro a minha cidade, tenho amigos do maior escalão por aqui e tenho mesmo uma certa resistência a passar um tempo fora de casa. Tou falando isso porque vou passar uma semana agora em Juiz de Fora (favor ler com sotaque carioca) prá dar um curso por lá e não tou curtindo a idéia. Prá falar a verdade, se eu pudesse escolher agora acho que eu não iria.
Mas não tem escolha. Passagem comprada, lá vou eu falar sobre bioinformática prá alunos de graduação. Espero que o nível do pessoal seja bom.
E o Chicão, antes de ir prá gringolândia original, falou que estava com overdose se samba. Agora eu tou também. Tem uns 6 fins-de-semana que eu vou em, pelo menos, um samba. Os melhores-piores que eu estou achando são:
Cartola's Bar - Fica no Caiçara. No sábado tem uma banda de um camarada canhoto que toca invertido que eu vou te falar. O repertório dos caras é muito fino também. Tem desde Pedro Luís e a Parede até Chico. O único problema é que tá ficando insuportávelmente cheio. Mas se chegar cedo rola de aproveitar muito.
Tambor Mineiro - Rua Ituiutaba no Prado. Somente aos domingos. Começa as 6 datarde, com o Bantuquerê começando as 8-8:30. A parte boa não passa de meia-noite e tem ficando cheio, mas rola de entrar tranquilo. Bom, o que eu tenho prá falar sobre os caras é o seguinte: tem 6 segundas-feiras que eu acordo com ressaca e jurando que eu nunca mais saio no domingo, especialmente pro samba. O máximo que essa promessa durou foi até a hora do almoço. Outra coisa é vc cantando e dançando um samba da Mocidade Independente ("estrela de luz, que me conduz...") de 1992 na cantina do ICB as 3 da tarde de uma terça-feira. E não reparar que está fazendo isso até alguém te avisar. 12 músicos (10 que tocam percussão, um que toca cavaquinho/percussão/canta e outro que toca percussão/canta). Os caras quebram tudo no palco. Mas tudo mesmo. Se vc que ir em um samba enredo bom aqui em BH, pode ir no Tambor Mineiro que eu garanto a qualidade.
Samba Official - Rola na Cervejaria Official, também no prado, também aos domingos. Uma bosta. Vários adolescentes frenéticos dançando um samba mal-tocado me irrita.
Reciclo - Na Andradas, pertinho da ASMARE. Zé da Guiomar é muito bom. Os caras tocam demais, e o lugar é bacana. Se for na sexta ou no sábado, rola de chegar cedo (no máximo as 10) prá conseguir entrar.
Opção - No Caiçara também, meio que atrás do Del-Rey. Tem uma cara que eu não vou. Tava ficando muito, mas muito cheio e eu meio que cansei do repertório. Mas prá quem não conhece é uma ótima pedida. Se for, rola também de chegar cedo (tipo umas 8-9) senão não entra e não aproveita, porque acaba cedo.
Bar do Toninho - Fui uma vez e gostei demais. Bem mais vazio que os outros, rola de conversar tranquilo, tomar uma cera e ouvir música boa.
Meu roteiro ideal de fim-de-semana tem sido:
Sexta: Buteco da bio -> Reciclo.
Sábado: Cartola's
Domingo: Tambor Mineiro
Segunda: Acordo jurando negar o samba, mas não passa de um mal-entendido entre meu cérebro (que, no final está com a razão) e meus resquícios de fígado e pulmão.
Subscribe to:
Posts (Atom)