8/18/2006

edukators



Bom, agradei demais desse filme. Dá até uma lufada de ar fresco na vida ver que tem gente (tá bom, de mentirinha mas tem) que pensa mais ou menos como eu. Além de vocês, parcos leitores, é claro. ;-P



6/20/2006

Será que ia ser assim?


Tristeza não tem fim
Felicidade sim
Tom Jobim






Acordou sobressaltado, mais uma vez com medo de que o tivessem roubado. Desde que o descobrira, não conseguia ter mais nenhum momento verdadeiro de paz. Se trancara, isolado de todas as pessoas, especialmente as mais íntimas, aquelas que antigamente entravam e saíam de sua casa com a emoção sincera que caracteriza os amigos mas que, paradoxalmente, tinham mais chance de rouba-lo. É verdade, desde que descobrira o segredo da felicidade e decidiu não dividí-lo com ninguém, não vivia mais...

6/06/2006

Começando bem o seu dia



Tem dia que é difícil não ficar neurado de verdade com o ser humano. Hoje eu tava ouvindo rádio de manhã e rola a seguinte notícia:

"Hoje é dia 06/06/2006! Essa data é temida por representar o número 666, que é denominado o número da besta na bíblia. Nesse contexto, várias pessoas têm medo dessa data. Assim, para acabarmos com o misticismo que envolve esse dia, resolvemos consultar a *numeróloga* fulaninha de tal...". Aí é osso.

5/23/2006

Retrato de um cidadão comum



Todos nós somos egoístas. Sempre. Quando Alberto chegou a essa conclusão uma sensação de choque o percorreu duas vezes. Inicialmente ele ficou abismado com seu pensamento, com a idéia de que todas as pessoas “virtuosas” do mundo na verdade se enganavam ao pensarem que as suas atitudes eticamente corretas eram feitas para os outros e não para si próprios. Posteriormente ele chocou-se com a simplicidade e força imbatíveis desse pensamento.

Ele, que sempre tinha se achado um rapaz imensamente razoável, respeitador das leis e morais que o bendito estado nação no qual ele tinha nascido determinara como corretas (embora já houvesse concluído anteriormente que as suas obrigações e direitos com um dado estado/nação/povo sejam, obviamente, impostas, pois não se escolhe onde se nasce, até onde nos é permitido ter consciência), descobriu de repente que só fazia isso para maximizar o seu prazer. Depois de mais um simples pensamento ele concluiu que, na verdade, o que ele e todos nós tentávamos a vida inteira era minimizar as nossas tristezas, já que o sentimento dominante na vida não era a alegria e sim seu oposto. Mas estou me adiantando aos fatos que levaram nosso protagonista a essa, aparentemente, absurda conclusão. Vamos a eles.

A linha de pensamento que o levou à idéia final (lembremos, a de que todos nós somos egoístas sempre) não demorou mais de uns 5 minutos, se muito. Ao entrar em um banco para sacar o dinheiro da semana havia um mendigo na porta, como tantos outros com os quais cruzamos e decidimos ignorar ou não todos os dias. Alberto evita olhar para o olho de peixe-morto do mendigo, opaco e plúmbeo. Este tipo de olhar o incomoda desde que ele se lembra, olhar pidão, de necessidade, de quem não deseja nada da vida além do consumo da próxima dose de drogas legais vendidas em qualquer canto da cidade. Mas talvez o que mais o incomode seja o cheiro, aquele de fim de festa de carnaval de rua, mijo misturado com cerveja.

Alberto já sabia que sairia irritado do local, pois certamente ia receber a pergunta por dinheiro e ia ter que ignorar ou ceder. Decidiu-se pela segunda opção dessa vez. Pegou algumas moedas antes de sair do banco e entregou para o mendigo antes mesmo da pergunta, evitando tocar na mão escura e certamente tão fedorenta quanto o resto. O mendigo agradeceu de uma maneira um pouco mais exaltada que o normal. “Produto da fome ou do vício”, pensou.

Inicialmente ele se sentiu mais leve, pensando que pelo menos alguma pequena coisa para aliviar o sofrimento do mendigo tinha sido feita. Não, ele não era ingênuo o suficiente para pensar que estava melhorando a vida dele, sabia que o que tinha feito era somente um paleativo para embotar a mente do mendigo e garantir algumas horas de existência menos sofrida. Logo depois ele começou a pensar sobre o porquê de não ter deixado mais algumas moedas para o mendigo que já ficava para trás. "Por que não mais?", Alberto pensava. Certamente cinco mesetas não iriam fazer falta para o seu orçamento razoavelmente folgado, mas ele decidiu continuar em frente sem olhar para trás. "Por que não mais???", o pensamento continuava lá, culpando-o como tantos outros que costumavam vir à sua cabeça todos os dias e colidiam com a sua ética pessoal, aprendida ou condicionada durante o início da sua vida.

Decidiu então de supetão voltar e entregar a nota recém sacada. O mendigo olhou para ele novamente com aquela cara de pena legítima comum às pessoas que dependem de esmola para viver, sem inicialmente tê-lo reconhecido como o último ser humano que havia lhe dado uma esmola. Assim que percebeu o que acontecia o mendigo agradeceu efusivamente o almoço e a cachaça recém-ganhos de mais um dos benfeitores anônimos que ele conseguia comover vez ou outra a voltarem e dar um pouco mais de dinheiro.

Bem mais aliviado, Alberto continuou caminhando lentamente, tentando encontrar o motivo da sua bondade momentânea. O primeiro pensamento que surgiu foi piedade. “Se eu estou onde estou é por mero acaso”, pensou ele. “Desejo que ele pudesse estar onde eu estou”, continuou. “Mas... Se eu estou dando esse dinheiro para ele é porque eu não desejo vê-lo sofrer? Então por que não fazer isso sempre? Metade do meu dinheiro poderia ser dividido com os pobres, e eu ainda viveria confortavelmente.” “Não”, pensou ele. “Não faço isso por ele. Faço por mim. Não quero possuir o sentimento de culpa que fatalmente me vêm quando faço algo que não gosto. Que não gosto não. Que me ensinaram a não gostar...”.

A partir desse ponto não houve mais retorno para seu modo antigo de ver a vida. Alberto concluiu que todos os atos bondosos são, na verdade, feitos para que o sentimento de culpa que alguns de nós temos ao ver um menino de rua sujo ou um vira-lata não nos assole. Nós desejamos todo o tempo escapar da culpa imposta à coleção de retalhos que chamamos de personalidade por uma ação que vá contra o que acreditamos ser certo. Mesmo a melhor relação de amizade ou o ato religioso mais sincero são feitos somente evitar a tristeza que, como todos nós sabemos, virá se não fizermos o eticamente aceitável.


4/24/2006

Tá tudo dominado


Quando a galera falava que o Google ia dominar o mundo acho que todo mundo pensava que tinha um fundinho de mentira mesmo. Agora eu creio com 100% da minha fé que eles vão dominar é tudo mesmo. Os caras tem o melhor sistema de cifras e tablaturas que eu já encontrei na net, além dos clássicos earth, pictures e mail. Agora veio esse tal de google videos, que tem umas coisas muito muito do caralho!! Otroço e altamente viciante, dá prá achar umas pérolas muito doidas! O que me mostraram (thanx Felipe) de mais doido recentemente foi isso aí ó... Depois tem gente que diz que gosta dos anos 80.

3/27/2006

Como foi

Bom, como o Quelé (que é o camarada que está na maioria das fotos aí comigo) falou, uma viagem dessas não tem como ser ruim, salvo grandes merdas acontecendo. Até que rolou uma merda intermediária, mas não passou nem perto de estragar a dita. Mas vamos do começo:

Estatísticas básicas da viagem:

Dias viajados: 16, sendo 5 prá ir, 5 de carnaval mesmo e 5 prá voltar.

Quilômetros percorridos: 5860, sendo que eu dirigi uns 5500 e a Ciça (a única mulher corajosa o suficiente prá viajar com os dois doidões) dirigiu uns 300 no dia que eu passei mal de verdade (vide adiante o tópico "pior zica")

Dia mais longo na estrada: 900 Km, de Trancoso até BH, percorridos em 15 horas. Parando de 100 em 100 Km prá conhecer as moitinhas legais do caminho. Depois de umas 3 vc fica especialista em achar a melhor moita do mundo (entenda-se: a moita mais mocada prá se fazer aquilo que ninguém pode ver). Era só sentir a pontada mais forte na barriga e já ia ligando o pisca-alerta e avisando pro pessoal marcar mais um pouco porque ia demorar...

Pior zica: intoxicação alimentar do Chico, adquirida após uma moquequa de siri, que fez o mesmo perder 5 quilos em pouco menos de uma semana e deixar a sua melhor parte na Bahia, após conhecer o maravilhoso sistema de saúde do nordeste. E olha que foi via Unimed. Já recuperei 3 quilos, mas o resto acho que foi embora de vez.

Praia mais bonita: Itacaré certamente. Muito muito doida! Vejam nas fotos abaixo.

Dia mais perto de bater o carro: Voltando de Itacaré prá Ilhéus de noitinha em dois bois. Tava a uns 120, rolou de reduzir prá 80 e jogar o carro na contra-mão. A perna realmente fica tremendo um tempão depois do susto, demorei uns 5 minutos (e um cigarro) prá poder voltar a dirigir.

Saldo mais positivo da viagem: parei de fumar desde a volta. Já tem umas 3 semanas que eu nem sei o que é um careta. Faz uma falta fodida, mas tá rolando de levar até mais tranquilo do que eu pensava.

A viagem propriamente dita (não, não vou descrever todos os dias. Na verdade eu nem lembro):

Começamos em BH, saindo de manhãzinha. Chegamos em Alcobaça logo no primeiro dia, depois de uns 700 km de chão. Mas chegar na Bahia já fez toda a diferença:



Eu em Minas





Divisa




Eu na Bahia


O pior é que eu nem sabia dessas fotos sendo batidas! Espontaneidade total! Saca a cara de alegria do moleque depois de passar a divisa...

Aí no início do segundo dia já rolou de ir em uma praia muito bonita, chamada de Tororão. Fica no sul da Bahia, perto de Prados.



Tororão. Observem bem a cara de felicidade do Chico, que se manteve assim durante toda a viagem, salvo os dias de piriri.


Depois a gente subiu até Itacaré, que é realmente show de bola. Praia limpinha, razoávelmente vazias (e olha que isso foi véspera de carnaval) e muito bonitas. Saca só:


Vista da praia do pé da serra, subindo para Itacaré.




Mesma visa de outro ponto da estrada.




Praia de Itacarezinho, tipo umas 9 da manhã.




Itacarezinho.




Vide acima.




Pôr-do-sol dos mais do caralho de todos os tempos! Logo depois de quase bater nos bois, indo de Itacaré prá Ilhéus.


Depois de Ittacaré, subimos até Salvador e fomos até a Praia do Forte. Um dos lugares mais doidos (e caros) que eu já vi na minha vida. Sabe o típico lugar de contos de fadas? Pois é. Se vc puder pagar, é lá mesmo. As casinhas todas arrumadinhas, lojas caríssimas e uma praia razoável.

Depois de mais umas paradas (Praia do francês, AL) rolou de chegar em Recife/Olinda. Lá o bicho pega de verdade no carnaval, meu amigo.

Em primeiro lugar, é *proibido* tocar funk, axé ou qualquer outra merda que não seja música regional durante o carnaval, tanto em Recife quanto em Olinda. Senão rola multa e prisão. E o troço funciona de verdade, não ouvi em quase nenhum momento outra coisa que não fosse frevo ou maracatu.

Em segundo lugar, foram armados *nove* palcos para shows simultâneos no carnaval de Recife. Cada um tocando uma coisa diferente - frevo, música eletrônica (sério! Se vc quisesse estar em uma mega-rave no carnaval, era só começar!), maracatu, etc. Todos os shows de graça, obviamente. Não sei vcs, mas isso me agrada musicalmente muito mais do que os malditos abadás de 1000 reais o dia.

Em terceiro lugar, Olinda. Cidade muito bacana, igualzinha a Ouro Preto. Na verdade minto, como me corrigiram lá. Ouro Preto é que é igualzinha a Olinda, a última tem pelo menos uns dois séculos a mais de vida que a primeira. Mas como eu ia comentando, Olinda é que tem carnaval de rua de verdade, toda hora tem um bloquinho subindo ou descendo uma ladeira, com a maioria das pessoas fantasiadas de verdade, debaixo do maior calor que eu já senti na minha vida. Lá rolou uns 40 graus fácil.

Então chega de carocha e vamos colocar mais umas fotos bacanas do carnaval:



Decoração das ruas de Recife. Os desenhos são do Ariano Suassuna. Já não basta o cara ter a manha de escrever ainda manda bem de artista plástico.




Eu perdido, suado e felizão nas ruas de Olinda.


Bom, depois de 5 dias muito bem aproveitados a gente teve que voltar, infelizmente. aproveitamos prá dar uma passada em Porto de Galinhas, que é de onde vem o resto das fotos aí embaixo.



Uma das dezenas de piscinas naturais do lugar. Se vc pegar uma máscara e der uma mergulhada não dá nem prá descrever o que vc vê. É *muito*, *muito* doido!




Suposta piscina natural com a forma do Brasil (sem a parte de cima. Tipo um Brasil com anencefalia). Saquem os peixinhos dentro da piscina...


Bom gente, foi mais ou menos isso aí. Se eu fosse falar todos os detalhes dava prá escrever muito sobre caa uma das 500 fotos da viagem, uma porção delas muito mais bonitas do que estas daí. Falando sério, foi uma das viagens mais doidas da minha vida! E não me inveje, venha comigo! Projeto Olinda 2007 já está sendo traçado, saindo do papel desde já...

2/17/2006

Carnaval


Pelas próximas duas semanas, incomunicável. Meu destino é esse aí embaixo ó:





Isso depois de ter subido de carro pelo sertão de Minas até Salvador, pegando as praias doidas daí prá frente: norte da Bahia, Sergipe, Alagoas e finalmente Pernambuco. Claro que vai ser doido.

2/09/2006

Coisas só acontecem com o Chico - primeira história


Estava chegando em casa. Minha mãe estava dormindo no andar de cima e minha irmã estudando no andar de baixo. Assim que eu entrei minha irmã me chama prá conversar com aquele ar de cumplicidade de que alguma coisa bem errada está acontecendo. Quando se conhece alguém há 25 anos se aprende a ver uma porção de coisas só pelo olhar, especialmente porque eu e minha irmã vivemos tirando o do outro da reta, especialmente quando o assunto é minha mãe. Temos uma espécie de cumplicidade quando o assunto envolve um esporro materno.

Mas como estava dizendo, minha irmã me chamou prá conversar.

Tetê (com um leve sorriso nos lábios): Chico, você tá louco?

Eu (sem entender nada): Como assim?

Ela (rindo sem disfarçar): Por que é que você fez um filme seu transando com uma garota de programa e salvou no computador? Mamãe viu e ficou puta!

- Eu (O.o) ...

Fiquei mudo mesmo. Não tinha a menor idéia do que ela estava falando.

- Ela (finalmente gargalhando do meu desespero): E o pior não é isso: ela disse que nem camisinha você usou!! Justo você que sempre fica aí dando uma de certinho...

Eu (conseguindo falar finalmente): Que merda é essa? Nunca transei com nenhuma garota de programa! Muito menos me filmei transando!! E, se eu tivesse feito isso, certamente não teria salvo no computador...

Ela (;^P): Bom, só sei que mamãe falou que viu o filme e me falou prá conversar com você. Ela pediu também prá você conersar com ela quando quisesse...

Fui para o meu quarto e fiquei pensando. Eu realmente não tinha idéia de que merda era essa. Resolvi esperar a poeira baixar um pouco antes de ir conversar com a minha mãe. Enquanto isso decidi checar o computador prá ver se eu descobria o que tinha acontecido.

Assim que eu liguei a parada já sabia o que tinha acontecido. Fui direto conferir o filme pornô da Vivi Fernandes que eu tinha baixado (sim, eu tenho filmes pornôs no computador. E duvido que a maioria dos nerds típicos não tenham o seu estoque mínimo de putaria de reserva. Como diz um conhecido meu, se minha mão soubesse fazer café eu casava com ela). O cara do filme realmente parecia comigo. Tinha inclusive uma barbichinha como a que eu costumo usar.

Não, não fui burro de não apagar os "documentos recentes". Já tinha descoberto o que tinha acontecido, mas não sabia como. E não, não descobri até hoje como ela achou a parada. Resolvi adiar ainda mais a conversa.

Umas 3 horas mais tarde eu estava escovando os dentes quando minha mãe veio prá dizer que estava saindo. Decidi escrachar tudo mesmo:

Eu (com o mesmo leve sorriso da minha irmã): Fiquei sabendo que você achou um filme meu no computador, mãe... Você viu que nem camisinha eu usava?

Ela (rindo também, mas meio sem-graça): Vi mesmo!

Eu (com a cara mais limpa do mundo): Bom, na verdade é um vídeo pornô que eu baixei.

Ela (com um "duvido!" implícito): Chico, você pode até não admitir, mas eu tenho certeza que era você!

Eu (começando a ficar preoupado, afinal eu conheço a mãe cabeça-dura que eu tenho): Não mãe... Era uma atriz e um ator pornô. Vamos lá prá eu te mostrar o filme.

Ela (com uma cara de espanto): De jeito nenhum! Já basta ter visto aquilo lá uma vez! Vê se cria juízo e para de guardar essas coisas suas no computador.

Antes que eu pudesse insistir ela saiu e não tocamos nesse assunto de novo. E então minha mãe acha que eu transei com uma gostosa. E infelizmente não foi dessa vez...

1/26/2006

Aniversário e novidades


Bom, a novidade é que a nave da Xuxa foi embora. Nave da Xuxa foi o apelido dado ao meu antigo carro, graças ao fato dele ser branquinho (encardido, é verdade), de sempre sair uma fumaçada danada dele (hehehe) e porque sempre saem de lá de dentro o Praga e o Dengue (Quelé e eu. Obviamente ele é o Praga.). Tamos esperando a Xuxa aí...

Mas, como eu ia dizendo, o carro foi pro saco. Depois de rodar comigo por quase meio mundo (literalmente! 22.000 km...), me levar prá vários e vários lugares muito doidos (Tiradentes, Bichinho, Cartola, Reciclo, Opção, Tambor Mineiro, Futebóis e churrascos diversos e por aí vai) ele foi vendido prá um... teólogo! Só um cara desses mesmo prá exorcisar o demônio que se instaurou naquele carro. Boa sorte prá eles.

E agora eu tenho um carro novo! É tipo esse aí ó:







Chamado carinhosamente de Olindamóvel (seu próximo destino já confirmado pro carnaval) esse carrinho promete muito também.

Ah, meu aniversário chegou. Finalmente mais próximo dos 30 que dos 20. Minha mãe me desejou mais juízo, e eu pensei se ela ainda não percebeu que a parte da criação já foi e que, cagado ou não, o Chico não vai melhorar muito mais do que isso não. Meus amigos me desejaram mulheres e gandaia, e eu pensei que se eu continuar assim os 40 ficam cada vez mais longe, mas e daí? Quero virar o Vinícius de Moraes mesmo...

1/10/2006

Santa ceia

Uma das fotos mais divertidas do Reveillon. Saquem só a cara do Judas

Image hosted by Photobucket.com


Obs.: Thanx Remo pelas modificações divertidas